terça-feira, 29 de novembro de 2011

Secretaria Municipal de Educação de Ponta Grossa Relatório final do Projeto Brincadeiras Antigas Curso de introdução à Educação Digital: E-proinfo/MEC



Escola Municipal Fioravante Slaviero
Professoras: Juliana Aparecida Soltes e Vanda Taques Almeida

O projeto Brincadeiras antigas surgiu da necessidade de se estabelecer vínculos com as brincadeiras do passado aliando a tecnologia a essas informações. Os alunos já nasceram na era digital e demonstram interesse enorme em qualquer novidade relacionada a isto. Então, nada melhor do que utilizar as novas tecnologias a favor das brincadeiras antigas, que são tão mais saudáveis e divertidas.
Nosso projeto ainda não terminou e está sendo aplicado uma vez por semana com todas as turmas de nossa escola, isso tem sido muito legal, pois eles conversam entre si nos momentos de recreio, entrada e saída.
Sentimos muita dificuldade nos primeiros dias, pois as crianças não estavam habituadas a usar a internet no Laboratório de informática então, até todos entenderem (principalmente os mais novos) onde digitar o endereço dos sites, onde pesquisar e clicar para pesquisar. O trabalho inicial foi bastante árduo, mas valeu a pena, pois atualmente a maioria das crianças já chegam ao laboratório, ligam os computadores e acessam a internet com autonomia.
Durante as pesquisas, muitos encontraram brinquedos e brincadeiras das quais jamais tinham brincado, ou ouvido falar e demonstraram muita curiosidade. Acertamos no tema, pois uniu antiguidades e tecnologia, mantendo todos curiosos e interessados! Os alunos realizaram uma entrevista com os pais e avós e com isso além de se aproximarem mais da infância dos mesmos ainda realizaram inúmera descobertas. Certamente continuaremos com projetos no Laboratório de Informática, pois parece que o ambiente incentiva ainda mais a criatividade dos alunos.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011



Nosso projeto tem sido muito bem aproveitado pelas crianças, pois além de navegarem na internet pesquisando sobre brincadeiras antigas, todos tem vivenciado essas brincadeiras e se divertido muito!


domingo, 13 de novembro de 2011

Projeto Brincadeiras antigas...

Nada mais gratificante do q ver o rostinho das crianças pesquisando...

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

PROJETO BRINCADEIRAS ANTIGAS


ESCOLA MUNICIPAL FIORAVANTE SLAVIERO
PROFESSORAS: JULIANA SOLTES E VANDA TAQUES ALMEIDA

JUSTIFICATIVA:

Atualmente as crianças só pensam em brincar de jogos eletrônicos, videogames e computadores. Antigamente as brincadeiras eram bem mais divertidas e além de tudo muito saudáveis e criativas. Brincar de Bolinhas de Gude, Carrinhos de rolimãs, pega-pega, passa- anel, roda pião, soltar pipa, pular corda eram brincadeiras de antigamente. Mas hoje quase não se vê mais as crianças fazendo essas brincadeiras. A tecnologia e também a violência restringiram as brincadeiras e fazendo que as crianças fiquem horas e horas em frente da televisão. Jogos eletrônicos estão sendo o meio mais utilizado pelas crianças e jovens. Ficam ocupados em passar fases e vencer obstáculos, disputar corridas alucinantes. Tudo isto sem a criança sair do lugar, ficando assim a cada dia mais no sedentarismo. Pensando nisso, pensamos em resgatar essas brincadeiras utilizando um importante aliado: o computador. Vamos mostrar as crianças que a internet nos mostra várias brincadeiras das quais alguns nem fazem ideia da existência.


OBJETIVOS:
    Reconhecer semelhanças e diferenças da criança de hoje e de outros tempos;
    Identificar o cotidiano de uma criança nos tempos atuais;
    Resgatar valores, socializar brincadeiras que eram realizadas no passado;
    Pesquisar com as crianças, quais brincadeiras que mais gostam;
    Confeccionar um brinquedo utilizando material reciclável;
    Resgatar jogos, canções, danças de rodas e brincadeiras de antigamente;
DESENVOLVIMENTO:
     Primeiramente levaremos os alunos ao Laboratório de Informática. Lá conversaremos sobre os jogos que costumam brincar no computador pediremos para que comparem com os que seus pais brincavam antigamente.
Pediremos que os alunos pesquisem no google brincadeiras antigas. Depois disso levaremos os mesmo até a quadra da escola para que brinquem como viram na internet;
Vamos propor uma entrevistas com os pais e avós. Cada aluno perguntará quais brincadeiras os pais ou avós mais gostavam e na próxima aula vão mostrar aos amigos e ensiná-los;
Pesquisar no google imagens os brinquedos antigos e utilizar materiais recicláveis para tentar confeccionar um. Depois mostrar para a turma;


RESULTADOS:
Espera-se que após o Projeto as crianças aprendam a gostar das brincadeiras e brinquedos antigos e percebam que é muito mais divertido brincar de verdade ao em vez de passar o recreio correndo e gritando ou as tardes longe da escola estagnados em frente a televisão ou computador.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Curso: Laboratório de Informática: Prefeitura Municipal de Ponta Grossa

No dia 21 de setembro de 2011 iniciamos o Curso para capacitação da utilização do Laboratório de informática das escolas da Rede Municipal de Educação de Ponta Grossa.
Nossa primeira proposta foi criar um blog e como eu já tinha um, utilizei o mesmo.
Agora, criamos e iniciamos a aplicação de um projeto de inclusão digital para as crianças de nossas escolas.
O tema que escolhemos foi o resgate de brinquedos e brincadeiras antigas e a discussão sobre as brincadeiras atuais.
Nas próximas postagens escreveremos nossos projetos e relataremos as experências realizadas com as crianças!
Abraços

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A Agressividade nas Crianças

O que fazer se o meu filho bate nos amiguinhos?
O que podemos observar, sem sombra de dúvida, na fase da pré-escola (de 2 a 4 anos aproximadamente) é que toda criança tem dificuldades para dominar suas emoções. Quando é contrariada, ainda não tem maturidade emocional para se controlar e acaba explodindo: as crianças mais sentidas choram, outras mais agressivas partem para a ação batem, agridem ou mordem. É normal esse descontrole.
Freud, em sua teoria da personalidade, já dizia que, ao nascer , o homem tem apenas a primeira estrutura, o Id, que representa os instintos. Nos primeiros anos de vida precisamos ser atendidos imediatamente em nossas necessidades; se o bebê tem fome ele se põe a chorar; se está com frio, molhado ou com sono, não demora a demonstrar seu desconforto. Ele não sabe esperar, definitivamente não consegue esperar.
Pouco a pouco vai se formando a segunda estrutura, o Ego. Uma de suas funções mais importantes é desenvolver no indivíduo a capacidade de suportar as frustrações, os desejos não atendidos ou adiados. Quanto maior for a tolerância à frustração, mais o indivíduo cresce, mais ele se fortalece.

Experiência social e agressão
Os estudos e pesquisas em Psicologia t êm se aprofundado nos fatores sociais e interpessoais que afetam a tendência da criança a se comportar agressivamente. As formas e graus da agressão dependem de muitos fatores, tais como:
•Intensidade de seu sentimento de raiva.
•O grau de frustração ambiental a que foi submetida.
•Os reforços que recebe pelo seu comportamento agressivo.
•A sua observação e imitação de modelos agressivos.
•O nível de ansiedade e culpa associado à expressão da agressão.
Há evidências suficientes de que a agressão é uma reação predominante, senão inevitável, à frustração. Em escolas maternais, a freqüência de conflitos entre as crianças aumenta quando a área para atividades lúdicas é limitada e, conseqüentemente, as crianças experimentam mais interferências e frustrações.
As crianças diferem muito quanto as suas apreciações de quão frustrante é uma determinada "interferência"; por exemplo: uma criança extremamente dependente poderá ficar muito frustrada e agressiva por causa de uma breve ausência da mãe, o que pode representar para uma outra criança, mais independente, uma privação suportável. No entanto, a criança mais independente poderá se sentir muito mais frustrada e passar a agredir o amigo pelo fato desse amigo ter assumido a liderança de uma brincadeira no recreio.
Permissividade diante da agressão
As crianças pequenas enfrentam muitas situações que parecem ser frustrantes do ponto de vista de um adulto, que pode se enganar e tirar conclusões precipitadas. Exemplo: muitas vezes já deparamos com o fato de nossos filhos se machucarem, e qual não foi nossa surpresa ao ver os pequenos se levantarem e continuarem a brincadeira sem choros. Já experimentamos como pais a grande decepção diante do fato de vermos nossos próprios filhos na porta da escola se despedirem sem as manifestações de choro já imaginadas por nós.
Os efeitos da permissividade perante a agressão (permitir à criança a expressão aberta e livre da agressão) são comparáveis aos efeitos de uma recompensa direta. Assim sendo, é muito comum encontrar pais que, por receio de que seus filhos se tornem crianças muito passivas, estimulam e reforçam positivamente os atos agressivos: "Muito bem, meu filho, isso mesmo, bate nele e mostra que você é macho", ou "Sempre que alguém lhe bater, você tem que bater nele, certo, meu filho?"

Como agir quando a agressão acontece?
Durante o período pré-escolar os pais controlam muitas das experiências de frustração e gratificação da criança determinando se ela será premiada ou castigada por comportamentos agressivos e servindo como modelo para imitação; essa é uma situação muito delicada, pois sabemos que um pai que emprega punição física para inibir comportamentos agressivos dos filhos também está servindo como modelo agressivo, demonstrando à criança o poder e a utilidade potencial da agressão.
Mesmo sabendo que nosso filho pequeno ainda não consegue dominar suas emoções, não devemos deixar que ele nos bata, chute ou agrida os outros. De modo nenhum.
Eles podem ter suas emoções ainda não dominadas, mas são muito capazes de entender os limites que lhes são colocados. A ação segura e firme porém carinhosa dos pais ajuda a criança a estruturar seu ego de forma mais rápida. Entretanto, por ignorar esse fato, muitos pais, ao verem seus filhos chorar e espernear por não tolerar alguma contrariedade, entre orgulhosos e assustados dizem: "Esse nosso filho tem muita personalidade". A cada vez que situações como essas acontecem, a criança aprende que funciona gritar, espernear e chutar para conseguir o que quer, e acaba repetindo esse comportamento. É por isso que vemos hoje em dia filhos batendo, beliscando, empurrando e puxando os pais quando não são atendidos imediatamente ou se contrariados em alguma coisa. São crianças que permanecem imaturas , instintivas e imediatistas. Compreender que a criança está com raiva é uma coisa, permitir que ela nos agrida ou agrida os outros é algo muito diferente.
Dicas e sugestões que podem ajudar
•Se a criança insistir em nos machucar, deveremos segurar a sua maõzinha e dizermos bem sérios: "Isso não é bonito, você não pode me bater".
•Às vezes, deixar de fazer algo que a criança goste muito também funciona; por exemplo, devemos dizer que estamos tristes porque nosso filhinho agiu mal e que por isso não vamos mais brincar hoje ou descer para o playground. Ele irá compreendendo que cada ação provoca uma reação, que poderá ser de aprovação ou de restrição.
•Muitas vezes pudemos constatar que ignorar a agressão e recompensar os comportamentos cooperativos e pacíficos através de atenção e elogios poderá ser de grande eficácia.
•Dizer para a criança que nós entendemos que ela está sentindo raiva e que nós sabemos o porquê poderá ajudá-la muito no sentido de que sentir raiva não é um sentimento negativo , feio ou ruim, mas que deve ser controlado e não escondido.
•Finalmente, seria muito importante assegurar-se de que a criança não entenda a necessidade de frustrá-la, como falta de amor por ela. São duas coisas completamente diferentes.


Queridos pais, não se preocupem demais: vocês só estarão fazendo bem ao seu filho. Ele precisa de limites e um dia seguramente lhes agradecerá por isso.

http://www.alobebe.com.br/site/revista/reportagem.asp?Texto=48